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A história se repete com mais um adeus de mão fechada em Ibicaraí


Assim como aconteceu em meados da década de noventa, quando o já extinto Astor Mauro,  deu um adeus de mão fechada ao final do seu mandato, deixando os servidores e fornecedores de Ibicaraí, a ver navios sem os salário e devidos pagamentos,

A história volta a se repetir, pois o prefeito em exercício, Luiz Jácome Brandão Neto (Lula Brandão), copiando a péssima atuação de final de mandato, repeti de maneira tosca e decepcionante, este adeus de mão fechada.

A conversa, de que era funcionário público  e que, defenderia o pagamento dos salários em dia, pois não era possível, o mês ter mais de trinta dias, mas chegou a atrasar os proventos do funcionalismo público municipal, por até noventa dias.

Brandão sai da vida pública pela porta dos fundos, de maneira "excrota".

Nunca se viu tanto dinheiro nos cofres do município de Ibicaraí,  quanto se teve neste últimos quatro anos. O dinheiro do suor, das lágrimas de quem trabalhou e não recebeu, do Pai de família que não pode prover a sua casa, por ganância e desmando de um gestor, que se mostrou um verdadeiro lobo vestido com pele de cordeiro.

Não furtareis, nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;

Nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanarás o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor.

Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do diarista não ficará contigo até pela manhã.


Levítico 19:11-13


Um adeus de mão fechada, uma reprise nada agradável.

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