Indignado, o governador questionou o
tratamento dado pelas entidades de direitos humanos quando as vítimas
são policiais. “O que eu sinto às vezes, e confesso, fico triste porque
há pouquíssima repercussão ou preocupação – Inexiste às vezes a
preocupação de órgãos de direitos humanos quando quem vem a óbito é um
policial militar”, reclamou.
“Eu lembro que esse policial tem filho, tem filha, tem esposa, tem família. Às vezes o foco é exclusivamente [e a minha crítica vai para o exclusivamente] quando o óbito acontece com uma pessoa que está envolvida com algum ato criminal. Mas quando é com um policial, infelizmente não há a mesma indignação que há. Eu quero manifestar toda a minha indignação tanto quando há a morte de um policial quanto de qualquer pessoa civil”, desabafou.
Rui pediu ainda um esforço conjunto das famílias e da sociedade no combate ao tráfico de drogas e na criminalidade, áreas que segundo ele são responsáveis por mais de 70% dos óbitos de jovens e adolescentes.
“Eu lembro que esse policial tem filho, tem filha, tem esposa, tem família. Às vezes o foco é exclusivamente [e a minha crítica vai para o exclusivamente] quando o óbito acontece com uma pessoa que está envolvida com algum ato criminal. Mas quando é com um policial, infelizmente não há a mesma indignação que há. Eu quero manifestar toda a minha indignação tanto quando há a morte de um policial quanto de qualquer pessoa civil”, desabafou.
Rui pediu ainda um esforço conjunto das famílias e da sociedade no combate ao tráfico de drogas e na criminalidade, áreas que segundo ele são responsáveis por mais de 70% dos óbitos de jovens e adolescentes.
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