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terça-feira, 24 de março de 2015

Bancada da Bahia apoia PEC que acaba com alianças partidárias


José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Se depender da bancada da Bahia em Brasília, será apenas uma questão de tempo o fim das coligações partidárias nas disputas por vagas em Assembleias Legislativas, Câmaras dos Deputados e de Vereadores. Consultados pela Satélite, parlamentares eleitos pelo estado – tanto por legendas da base governista quanto da oposição no Congresso, alguns com cargo de liderança -, declaram voto favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue alianças partidárias nas eleições proporcionais. Ou seja, venceriam apenas os candidatos mais votados por cada partido, dentro do número de cadeiras que cada um deles tem direito após a soma total das urnas. Diferente do que acontece hoje, quando políticos de siglas nanicas se elegem com número pouco expressivo de votos, apenas por estarem coligados a uma ou mais legendas – o chamado coeficiente eleitoral. Em troca, doam tempo de TV para chapas majoritárias – governador, prefeito e presidente. A mudança nas regra beneficia os maiores, como PT, PSDB e PMDB, e praticamente tira do jogo os menores, que tenderiam a desaparecer. “Entre as lideranças, há um entendimento claro pela aprovação da PEC. Não há mais espaço para tantos partidos na democracia, nem para alianças de aluguel”, afirmou o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM). “Dificilmente, pelo que se vê no Congresso, a coligação proporcional será mantida nas próximas eleições. Para nós, por exemplo, que somos menores, a medida é prejudicial. Mas será inevitável a mudança”, afirmou o deputado Arthur Maia, líder do Solidariedade na Câmara. Daí a pressa das legendas menores em se fundir para crescer. A exemplo do DEM com o PTB. “Para nós, esse deve ser o único caminho também”, acrescentou Maia.

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