E tudo termina sempre em caminhada - Bahia Expresso

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sexta-feira, 31 de maio de 2024

E tudo termina sempre em caminhada

Na terça-feira, dia 28, recebi a notícia que o meu tio Alfredo – que ficou alguns dias em Itabuna – já tinha voltado para casa (ele mora na zona rural, região do Jacarandá) e eu de imediato pensei em ir visitá-lo (andando) e programei para fazer essa inesperada caminhada no feriado de quinta, dia 30 (Corpus Christi).
No final de tarde da quarta-feira encontrei Alex (amigo e aventureiro da Turma da Caminhada) e ele comentou que iria no sítio de Alvinho e Sueli Caldas com alguns amigos da Igreja que ele frequenta. De imediato me convidei para fazer essa trilha com esse novo grupo.
Saímos cedinho da praça do Bairro Novo: eu, Alex, Kleverson, Ana, Thaiane, Polli, Valdineia e Flaviane, sentido ao sítio Cantinho da Paz. Na ida eu segui sozinho pela estrada do Jacarandá (percurso maior) e o restante da turma foi pela estrada do Sossego – via Assentamento Santa Maria.
Cheguei na fazenda Serra Negra (Jacarandá), do meu tio Alfredo, às 8 horas, coloquei a conversa em dia e 40 minutos depois peguei a estrada até o Ponto do Pequi, contornei a montanha e chegue em Alvinho às 9h20, quando reencontrei a turma (que adorou o local) e já estava na área gourmet do sítio, comendo um delicioso bolo de banana, regado a suco da fruta (feitos por Sueli).
Saímos do sítio às 11 horas de volta para casa, com o corpo cansado e a mente literalmente despoluída dos problemas rotineiros do dia a dia. Em Ibicaraí nos despedimos. Todos, visivelmente cansados e satisfeitos, mas com um único pensamento: querem fazer outras caminhadas.
Essa é a grande magia do Meio Ambiente e da Mãe Natureza, nos dá ar puro, água limpa, alimento, paz de espírito e proximidade com Deus sem nos cobrar nada.

Arnold Coelho

Andarilho na Natureza











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