Caminhada até o Sítio Cantinho da Paz - Bahia Expresso

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Ita melhor

domingo, 31 de março de 2024

Caminhada até o Sítio Cantinho da Paz

 



A ideia inicial era passar a Semana Santa descansando, refletindo e agradecendo a Deus, até que uma mensagem de Rose – amiga de caminhadas – dizendo: Boa noite, mestre! Sonhando com mata, ar puro e água. Será que rola uma caminhada no sábado? Ela só precisou falar uma vez, e eu, de imediato, topei e respondi: sei o local certo que você precisa ir: Sítio Cantinho da Paz Senhora de Fátima, cravado no coração da mata, na região do Jacarandá.
Na hora convenci minha Rainha Fá e na Sexta-Feira da Paixão minha cunhada Márcia disse que também queria ir. Por último convenci minha filha Gabriela e o namorado Matheus. No sábado pela manhã partimos pra roça.
Saindo aqui de casa às 7h. O caminho tem cerca de 7 Km, entre subidas e descidas, por uma estrada tipicamente de roça de cacau, com pequenas propriedades rurais, muita mata fechada, ar puro e o barulho de água correndo entre a mata, além do canto dos pássaros da nossa região cacaueira.
Ao chegarmos no Cantinho da Paz fomos mais uma vez muito bem recebidos pelo iluminado casal Alvinho e Sueli Caldas. Os dois abriram não só a porta do seu sítio, mas os imensos corações que eles carregam e nos acolheram com muito amor e carinho. Passamos algumas horas nos deliciando com a beleza e paz do local.
Aproveitamos o momento e visitamos o sítio Makakassado, do casal Leonardo e Márcia. Outro cantinho lindo, cravado dentro da mata. Lá nós também fomos muito bem recebidos e colocamos o papo em dia e nos comprometemos em voltar e ficar mais tempo.
Voltamos para o Cantinho da Paz para provar um delicioso bolo de banana, acompanhado de sucos de limão e de manga, feitos por Sueli. A manhã foi regada ainda por muita música boa e a vontade de ficar, mas, tudo que é bom dura pouco e precisamos voltar para a dura realidade da vida urbana.
Chegamos na cidade cansados e desejando um bom banho e já imaginando quando iremos voltar naquele “cantinho da paz”, cravado no meio da mata.






Arnold Coelho. “Bicho do mato”

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