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Prefeitura monitora áreas de risco no período chuvoso em Itabuna

 


A Prefeitura de Itabuna, por meio da Diretoria da Defesa Civil da Secretaria de Segurança e Ordem Pública, continua monitorando áreas de risco em função das chuvas que tem caído na região sul do Estado desde o início desta semana. A situação está sob controle.

Segundo a diretora da Defesa Civil, Eliciane Rodrigues Reis, foram identificadas na cidade 45 áreas de risco, por meio de um mapeamento feito por uma empresa contratada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Graças a essa iniciativa, a Defesa Civil tendo contado com o suporte da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo para a execução de ações preventivas, a exemplo de limpeza de canais, desobstrução de boca de lobos, além de capinagem e roçagem nas ruas, avenidas e praças em várias partes da cidade.

“O monitoramento é permanente com visitas regulares, principalmente em locais onde há o risco de alagamentos ou desmoronamento de encostas”, destacou Eliciane Reis.

A diretora da Defesa Civil explicou que as atividades desenvolvidas contam com a participação de representantes de todas as secretarias municipais e da Emasa, para uma ação imediata se houver necessidade. Ela cita, por exemplo, que a Secretaria de Educação pode indicar uma unidade escolar para abrigo provisório de uma ou mais famílias numa situação emergencial.

Elciane disse ainda que a Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza tem papel igualmente fundamental no socorro às famílias que enfrentam situação de perigo por causa da chuva, como alagamentos e desmoronamento de uma casa.

“A ação social supre as necessidades básicas das famílias que precisam de apoio imediato, como doação de cestas básicas, encaminhamento para local seguro ou aluguel social”, informa.

No entanto, Eliciane Reis lamenta o número de trotes para a Defesa Civil que, em certas ocasiões, chegam a superar as chamadas de emergência, apesar das ações educativas que são realizadas por profissionais de várias secretarias, inclusive da área de educação.

“Chamadas falsas são muito prejudiciais, porque quando saímos para atendê-las, deixamos de socorrer quem realmente enfrenta situação de emergência”, alerta. A diretora da Defesa Civil renova o apelo para que os chamados sejam efetuados em casos de necessidade.

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