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Projeto de Intervenção: “Despertando o olhar para a acessibilidade e a sua inclusão na sociedade em Ibicaraí"





Por Renatta Luíza Assis Costa Santos


O Projeto de Intervenção: “Despertando o olhar para a acessibilidade e a sua inclusão na sociedade em Ibicaraí”, está sendo realizado pelas Estagiárias Renatta Luíza Assis e Luciane Alves Cruz, estudantes da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), do curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais e suas Tecnologias, com Supervisão de Professora Doutora Regina Soares de Oliveira e Orientação da Professora Adriana Macêdo.


O projeto está sendo aplicado com as turmas do 3º ano A e B do Ensino Médio Matutino do Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães do Município de Ibicaraí, Bahia.
O objetivo do projeto é promover o senso crítico dos alunos a respeito da acessibilidade, dos direitos e da inclusão social dos portadores de deficiência física no município de Ibicaraí, através de ações didático-pedagógico. Fazendo com que os educandos adquiram conhecimentos não só na teoria, como também na prática, sobre as Leis de Inclusão, direitos e deveres sociais e humanos e sobre políticas sociais aplicadas no município, e dessa forma poder auxiliar as Pessoas Portadoras de Deficiência (PDDs) para que os mesmos conheçam seu espaço na sociedade, tendo assim uma melhor qualidade de vida.
A escolha desse tema para o projeto de intervenção partiu da inspiração de um estudante do 3º AM Léo e pela funcionária Adriana Mota de Assis, ambos portadores de necessidades especiais que vem lutando pelos seus direitos perante a sociedade. A população com necessidades especiais sofre com a falta de adaptações em vários locais, tais como, escolas, praças, feira livre, comércio, inclusive a própria prefeitura não dispõe de nenhum tipo de estrutura para receber sua população deficiente, onde também falta profissionais treinados para lidar com essas pessoas que, sem dúvidas precisa de um tratamento diferenciado.
Por fim, o projeto visa a elaboração de projetos lei feitos pelos próprios alunos para serem apresentados na Câmara Municipal, além de deixar um legado para ser ensinado/trabalhado com outras turmas a fim de despertar a conscientização para pessoas com limitações, promovendo a inclusão social através da acessibilidade dentro e fora do espaço escolar.

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