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Queremos ser uma opção à velha política, dos privilégios’, diz Amoêdo em sabatina

João Amoêdo
Ao participar da série Estadão-Faap Sabatinas com os Presidenciáveis nesta terça-feira, 28, o candidato João Amoêdo (Novo) afirmou que seu partido busca ser mais do que uma legenda antipetista. “Queremos ser uma opção à velha política, dos privilégios, das alianças que são feitas para o processo eleitoral e não para o governo.” Questionado sobre em quem votou na eleição de 1989, Amoêdo afirmou que optou pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello no segundo turno. Abaixo, os principais assuntos abordados pelo candidato nas eleições 2018 – que na mais recente pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo aparece com 1% das intenções de voto nos cenários com e sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato. Além de afirmar que o Novo quer ser “opção à velha política”, Amoêdo disse que seu partido busca “práticas e ideias diferentes”. “Foi por isso que nos últimos oito anos entramos no mundo político. Nós não enxergamos, no cenário que tem aí, uma opção que gostaríamos de votar. Sempre votei no menos pior e cansei. Ao votar continuamente no menos pior, ele fica muito próximo do pior.” Amoêdo foi questionado se o Novo seria uma espécie de PSDB Personnalité (piada que tem sido viralizada nas redes sociais). Ele respondeu que o “raciocínio” da sigla é muito diferente. O candidato pontuou que o PSDB está se associando a nomes como Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto para ganhar poder – e que pretende se perpetuar no poder se aliando a quem era aliado da presidente cassada Dilma Rousseff. “Nós queremos mudar o que está aí. Já o PSDB está aí há muito tempo e tem uma linha diferente da nossa. Não privilegiamos acordo por tempo de TV. Podemos dizer que os fins não justificam os meios.” Ao ser questionado sobre em quem votou nas eleições presidenciais de 1989, Amoêdo afirmou que no primeiro turno foi de Guilherme Afif Domingos. Já no segundo turno, o voto do candidato foi para o ex-presidente Fernando Collor de Mello. Para justificar, disse: “Sempre votei contra o PT”.

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