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Prefeitura retira dois animais de grande porte das ruas de Itabuna no final de semana

 


Apesar de cinco chamados, a Prefeitura de Itabuna, através da Divisão de Controle de Zoonoses (DCZ) do Departamento de Vigilância da Saúde, conseguiu apreender dois cavalos que pastavam soltos nas ruas do Bairro Jardim Primavera no final de semana. Outros três animais não foram recolhidos, mas os donosreceberam advertência de que da próxima vez não haverá desculpas.

O serviço está sendo executado por uma empresa terceirizada, cujo contrato foi normalizado pela Secretaria Municipal de Saúde, depois de um aditivo. A recomendação é que sejam apreendidos porcos, cavalos, jegues, mulas e gado que estejam pastejando ou soltos nas ruas, representando ameaça aos condutores de veículos automotores e mesmo focos de propagação de doenças aos serem humanos (zoonoses).

Na tarde de hoje duas novilhas que pastavam numa área verde próxima à Avenida Princesa Isabel, lateral de um hipermercado e de uma agência bancária em frente a Prefeitura, mas foram recolhidas por um vaqueiro antes da chegada dos profissionais da empresa contratada pelo DCZ. Em caso de reincidência, os animais serão apreendidos.

Os bairros São Caetano e Jaçanã registram as maiores incidências de animais nas ruas, o que mereceu atenção especial pelo risco que representam os animais para os condutores de veículos automotores. Ainda não há um balanço da quantidade de suínos, equinos, bovinos e muares que já foram retirados das vias públicas neste ano.

Em caso de apreensão é necessário que o dono dirija-se até o DCZ para que seja emitido Documento de Arrecadação Municipal (DAM) referente a multa de R$ 120,00 referentes a uma Unidade Fiscal Municipal (UFM). Para os casos de reincidência ou de abandono ou de três apreensões, o dono perde a guarda do animal.

A Diretora do Departamento de Vigilância da Saúde, Maristella Antunes, explica que quando o animal é retirado das vias públicas é levado para o pasto de uma fazenda em Ferradas de onde o dono tem três dias para fazer o resgate. A ação tem como base a Lei Municipal na Lei nº 2.030 de 2007.

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