Em Firmino Alves, a oposição virou espetáculo de humor involuntário. Um vereador insiste em transformar qualquer assunto em drama político, digno de novela mexicana — só falta a trilha sonora. A suspensão de uma sessão da Câmara foi o enredo perfeito para mais um show de acusações rasas, do tipo que até quem assiste já sabe como termina: muito barulho e zero resultado.
Curiosamente, esse parlamentar parece nunca ter aberto a Lei Orgânica ou o Regimento Interno do Legislativo Municipal. Se leu, deve ter esquecido entre uma selfie e outra para as redes sociais. Afinal, é bem mais fácil se vitimizar e fazer barulho do que respeitar as regras que ele mesmo jurou cumprir ao tomar posse.
Esse vereador já mostrou que prefere ser protagonista de discursos inflamados e figurante quando o assunto é trabalho sério. Enquanto a cidade avança e busca soluções reais para a população, ele gasta energia como se curtidas pagassem contas e manchetes resolvessem problemas.
A população já percebeu a farsa. Firmino Alves não precisa de vereador que ensaie discursos, mas de representantes que arregaçem as mangas. O tempo do “teatrinho da oposição” acabou: ou se trabalha de verdade ou se aceita o papel que já lhe cabe — o de coadjuvante irrelevante na história do município.

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