Cláudia Cruz faz visita para Eduardo Cunha na Polícia Federal, em Curitiba - Bahia Expresso

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Cláudia Cruz faz visita para Eduardo Cunha na Polícia Federal, em Curitiba

A esposa do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Cláudia Cruz, chegou por volta das 8h desta quarta-feira (26) para visitar o marido na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
Cunha foi preso pela Operação Lava Jato na quarta-feira (19), em Brasília. A esposa chegou acompanhada do advogado, duas filhas e um filho e deixou o local por volta das 11h30. A última visita de Cláudia ao marido foi na sexta (21).

Danielle, Camila, Felipe e Bárbara, filhos de Eduardo Cunha, visitam o pai na carceragem da PF em Curitiba (Foto: Rodrigo Félix Leal/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. A prisão dele foi determinada pelo juiz Sérgio Moro, que é responsável pelas ações da Operação Lava Jato na 1ª instância.
Para o juiz, Cunha continuou a tentar obstruir investigações mesmo depois de perder o mandato de deputado federal.
Assim como o marido, Cláudia Cruz também é ré em processo da Lava Jato. De acordo com as investigações, ela foi favorecida, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido.
Cláudia Cruz chega para visitar o marido Eduardo Cunha na Superintendência da PF (Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo)

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cláudia tinha plena consciência dos crimes que praticava e é a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em um montante superior a US$ 1 milhão em um prazo de sete anos, entre 2008 e 2014.
As investigações apontam que o valor é totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido.
Os recursos na conta de Cláudia Cruz foram usados, por exemplo, para pagar compras de luxo feitas no exterior, como artigos de grife como bolsas, sapatos e roupas, ainda conforme o MPF.
esposa do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Cláudia Cruz, chegou por volta das 8h desta quarta-feira (26) para visitar o marido na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
Cunha foi preso pela Operação Lava Jato na quarta-feira (19), em Brasília. A esposa chegou acompanhada do advogado, duas filhas e um filho e deixou o local por volta das 11h30. A última visita de Cláudia ao marido foi na sexta (21).

Danielle, Camila, Felipe e Bárbara, filhos de Eduardo Cunha, visitam o pai na carceragem da PF em Curitiba (Foto: Rodrigo Félix Leal/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. A prisão dele foi determinada pelo juiz Sérgio Moro, que é responsável pelas ações da Operação Lava Jato na 1ª instância.
Para o juiz, Cunha continuou a tentar obstruir investigações mesmo depois de perder o mandato de deputado federal.
Assim como o marido, Cláudia Cruz também é ré em processo da Lava Jato. De acordo com as investigações, ela foi favorecida, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido.

Cláudia Cruz chega para visitar o marido Eduardo Cunha na Superintendência da PF (Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo)

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cláudia tinha plena consciência dos crimes que praticava e é a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em um montante superior a US$ 1 milhão em um prazo de sete anos, entre 2008 e 2014.
As investigações apontam que o valor é totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido.
Os recursos na conta de Cláudia Cruz foram usados, por exemplo, para pagar compras de luxo feitas no exterior, como artigos de grife como bolsas, sapatos e roupas, ainda conforme o MPF.

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