O deputado Sargento Isidório (PSC) enfatizou que a proposta não poderia prejudicar os servidores ao sugerir a criação imediata da comissão e a suspensão da sessão. O argumento foi defendido pelo deputado Adolfo Viana (PSDB), que questionou a “pressa” do governo. O vice-líder da oposição, Carlos Gaban (DEM), também rechaçou ao dizer que estaria “omitido” o futuro dos funcionários das empresas.
Carlos Geilson (PTN) foi além ao frisar que queriam “votar a toque de caixa”. José de Arimatéia, que presidiu a sessão no início, tentou repreender a manifestação favorável da galeria ao discurso, mas foi zombado pelo colega.
"O regimento não impede que se manifeste com aplausos, agora como vossa excelência é governista cego vou pedir que a galeria o aplauda. O senhor está muito bem sentado nessa cadeira, mas esses servidores estão sem saber para onde ir”, disse, causando alvoroço.
O líder petista Rosemberg Pinto frisou que a reforma tem como objetivo desburocratizar os serviços no estado. “A intencionalidade é atender melhor a sociedade, acelerar os processos”, defendeu.

